Geral

Cobrança da taxa antidumping é prorrogada

Notícia é uma vitória para o setor do alho que estará reunido no próximo mês em Ipê

A um mês da realização do 32º Encontro Nacional dos Produtores de Alho, que ocorre no dia 8 de novembro, na cidade de Ipê, o setor tem uma boa notícia para comemorar. No dia 3 de outubro, foi publicado no Diário Oficial da União a portaria nº 4.593/2019 que prorrogou por cinco anos o direito antidumping sobre o alho chinês. A medida é considerada uma vitória para a alhicultura brasileira. A medida determina que durante esse período, o alho chinês fresco ou refrigerado será taxado em $0,78 centavos de dólar por quilo importado pelo Brasil, independente da classificação em tipo, classe, grupo ou subgrupo. O objetivo da medida é proteger, da concorrência desleal, a alhicultura brasileira, que abastece metade do mercado nacional. “Foi uma importante conquista que mostra o incansável trabalho de todo o setor em reunir informações para apresentar como o antidumping é prejudicial para as cinco mil famílias que cultivam o alho em todo o Brasil. Sem a cobrança o setor do alho iria acabar”, afirma o vice-presidente da Agapa, Olir Schiavenin. 
O dumping é a prática de exportar um produto a preço inferior ao praticado no mercado interno do país exportador com o objetivo de conquistar mercados ou dar vazão a excessos de produção.
O Brasil tem mais de 12 mil hectares de alho plantados, numa produção que atinge os 140 milhões de quilos da hortaliça e envolve mais de 5 mil famílias. São quatro empregos diretos gerados por hectare e 10 indiretos e um PIB de R$ 6,5 milhões. 
Sob o tema Alho – Realidade e Desafios, o Encontro Nacional do Alho conta com uma programação variada que inclui palestras técnicas, discussão e planejamento de mercado. 

 - Divulgação
Compartilhe esta notícia:

Outras Notícias:

0 Comentários

Deixe o Seu Comentário